Não havia mais dor, nem medo.
O insano amor estava sobriamente desfeito.
Era o fim, de um início que não teve meio,
Somente o descompasso de um devaneio.
Lágrimas se recusavam a cair,
Toda sensibilidade que havia,
Deixara de existir.
Dei como fim, um texto inacabado,
Que seguia coberto de razão,
Sem paixão, indomado.
E aquela tempestade, não queria passar,
Estava tudo acabado.
O breu da noite que ornamentava o cenário,
Revelava uma vilã desapaixonada em desamparo.
Era o fim de um amor equivocado,
E o início de um coração solitário.
O insano amor estava sobriamente desfeito.
Era o fim, de um início que não teve meio,
Somente o descompasso de um devaneio.
Lágrimas se recusavam a cair,
Toda sensibilidade que havia,
Deixara de existir.
Dei como fim, um texto inacabado,
Que seguia coberto de razão,
Sem paixão, indomado.
E aquela tempestade, não queria passar,
Estava tudo acabado.
O breu da noite que ornamentava o cenário,
Revelava uma vilã desapaixonada em desamparo.
Era o fim de um amor equivocado,
E o início de um coração solitário.

Nenhum comentário:
Postar um comentário